História

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caminho de santiago
A Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (ERTCP) saúda de forma muito positiva o Decreto-Lei aprovado pelo Conselho de Ministros, que regula a promoção do Caminho Português de Santiago e que visa a certificação dos seus itinerários. Esta medida vem ao encontro do intenso trabalho desenvolvido nos últimos anos pela ERTCP, em conjunto com vários parceiros do território do Centro de Portugal, que se enquadra na perfeição no espírito e na letra do Decreto-Lei agora aprovado.
Com efeito, o trabalho de identificação e valorização dos itinerários do Caminho de Santiago no Centro de Portugal iniciou-se há mais de uma década. Mais concretamente, desde 2007 que na ERTCP se delineou a estratégia de estruturação desta via de peregrinação enquanto produto turístico de grande potencial.
Na região, estão identificados e sinalizados os Caminhos Central, Interior e Nascente e a ligação do Caminho Interior ao Caminho Central.
Em 2014 ficou concluída toda a sinalética do Caminho Central, que, iniciando-se em Lisboa, passa neste território por Vila Nova da Barquinha, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Rabaçal, Conímbriga, Coimbra, Mealhada, Águeda e Albergaria-a-Velha, em direcção ao Porto e a Santiago de Compostela. Neste itinerário está já em pleno funcionamento uma importante rede de albergues e pontos de apoio ao peregrino.
Paralelamente, foram e estão a ser desenvolvidas ferramentas de apoio ao peregrino, nomeadamente uma app, guias e mapas, que permitem a plena fruição do Caminho Português de Santiago na região, proporcionando informação geral e prática, bem como informação histórico-cultural.
A região Centro de Portugal tem apostado, de forma assertiva, na qualificação e valorização do Caminho Português de Santiago, em parceria com os Municípios, a Associação Via Lusitana e o Turismo de Portugal. Por isso, a ERTCP reúne todas as condições para avançar com a certificação dos seus itinerários, aguardando o desenvolvimento do processo de organização a nível nacional e disponibilizando-se até para, face aos passos importantes que já foram dados pelo Centro de Portugal nesta área, assumir um papel de região-piloto a nível nacional.

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O Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha está a colaborar no projecto regional “Aveiro e Albergaria ligados pela Ria”, coordenado por investigadores do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro. O projecto, que partiu da iniciativa do Grupo Etnográfico e Cénico das Barrocas, foi um dos vencedores do primeiro Orçamento Participativo Portugal, realizado a nível nacional, em 2017.

Aveiro e Albergaria ligados pela Ria visa fazer o levantamento exaustivo das tradições socioculturais dos concelhos de Aveiro e Albergaria-a-Velha. Esta informação detalhada será posteriormente disponibilizada às associações culturais, enriquecendo o seu espólio e permitindo um melhor trabalho de promoção das memórias e costumes junto das populações e turistas.

O Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha e o Grupo Etnográfico e Cénico das Barrocas assumem-se como “perpetuadores de tradições”, um papel central na manutenção e consolidação das tradições relacionadas com as festas, sons e trajes. A sua acção passa pela recolha e promoção etnográfica, num esforço de continuidade e preservação.

Fonte: CM Albergaria

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A reunião entre os Municípios que constituem a Comissão Executiva da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago, aconteceu no dia 25 de Maio em Vila Pouca de Aguiar, município que está a coordenar a criação deste projecto.

O encontro teve como intuito a oficialização da Federação e a reunião de informação para o Turismo de Portugal. O município de Albergaria-a-Velha, que integra a Comissão Executiva, esteve representado na reunião.

Fonte: Penacova Actual

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