Desporto e Bem-Estar

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Mais de 600 pessoas marcaram presença no 4.º aniversário do Centro de Marcha e Corrida da Branca que proporcionou, ontem, uma manhã de atividades físicas variadas.

Após um breve aquecimento pelas 9h30, os participantes meteram-se a caminho pela parte mais serrana da freguesia, atravessando campos e floresta numa caminhada que contou com dois percursos, um com seis e outro com dez quilómetros.

No regresso ao largo junto à Piscina Municipal muitos munícipes não abrandaram o ritmo e continuaram a desfrutar das atividades programadas para o aniversário. No espaço exterior, os entusiastas por músicas bem mexidas e exercícios aeróbicos puderam participar nas aulas de Bokwa e Zumba Fitness. Já no Pavilhão Municipal privilegiou-se o exercício físico mais localizado, primeiro com uma sessão de ABS, que trabalhou os abdominais, e depois com uma aula de Bumbum Brasil, mais direcionada para os glúteos. No final, todos puderam relaxar com Ritmos Brasil, uma atividade que recorre a movimentos de dança para queimar calorias.

Para a organização do evento a adesão da população foi muito positiva e houve mesmo alguns participantes que sugeriram mais manhãs desportivas com esta. Para quem deseja continuar a participar em caminhadas e corridas pela freguesia, o Centro Municipal de Marcha e Corrida da Branca dinamiza treinos regulares às segundas, quartas e sextas, a partir das 18h30.

20-04-2015
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

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CMMC branca-SITEO Centro Municipal de Marcha e Corrida encontra-se a comemorar o seu 4.º aniversário e vai organizar uma caminhada no domingo, na Branca, com múltiplas atividades a decorrer durante toda a manhã. Em simultâneo, a Associação de Jovens da Branca organiza o 10.º Cross Montanha da Jobra, prova a pontuar para a Taça de Portugal da modalidade.

Logo pelas 9h30, na zona exterior do Pavilhão Municipal da Branca, terá início a caminhada com dois percursos, um com seis quilómetros e outro mais longo, de dez quilómetros. No regresso, será possível desfrutar de outras atividades que combinam exercícios aeróbicos, dança e treino localizado. Pelas 11h00, as propostas são Bokwa Fitness e ABS, esta última, uma modalidade que ajuda a definir os abdominais. Meia hora mais tarde, os ritmos latinos tomam conta do Pavilhão da Branca com Zumba Fitness e Bumbum Brasil, um treino que trabalha os glúteos. A encerrar a manhã, a música brasileira continuará a orientar os movimentos dos participantes com Ritmos Brasil.

Durante o programa de atividades as crianças poderão divertir-se no Parque de Insufláveis, com serviço de babysitting para bebés a partir dos três anos.

No domingo terá também lugar o 10.º Cross Montanha da Jobra, uma prova do Campeonato Regional de Montanha a contar para a Taça de Portugal da modalidade. Nesta competição, com percursos diferentes de 4200, 8200 e 12 200 metros, estarão presentes atletas dos escalões Juniores, Seniores e Veteranos, Masculinos e Femininos. Para os mais novos – Benjamins, Infantis e Iniciados – a Jobra organiza o Grande Prémio Jovem, com provas de 500, 1600 e 3200 metros.

13-04-2015
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

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aniversario CMMC-SITEO Centro Municipal de Marcha e Corrida (CMMC) de Albergaria-a-Velha assinala no domingo, dia 29, o 4.º aniversário com várias atividades que se estendem por toda a manhã. As inscrições estão a decorrer até sexta-feira, dia 27.

Em simultâneo vai ter lugar o 33º Grande Prémio de Atletismo de Albergaria, uma prova de corrida organizada pelo Clube Desportivo de Campinho, que vai contar com a participação de cerca de 400 atletas.

Depois da partida da primeira prova do Grande Prémio de Albergaria, às 9h00, na zona exterior das Piscinas Municipais, terá início a caminhada do CMMC com dois percursos, um com cinco quilómetros e outro mais longo, de dez quilómetros. O percurso mais curto é quase todo urbano, o que permite o uso de carrinhos de bebé.

Para além da caminhada, o programa de aniversário inclui outros atrativos. No Parque da Mobilidade vai ser montado um recinto com insufláveis para as crianças, com serviço de babysitting para bebés a partir dos três anos. Depois, pelas 11h30, no mesmo local, é aberto um circuito de psicomotricidade, também com atividades para bebés. À mesma hora, mas para adultos, começa uma sessão de Zumba Fitness, a que se segue, às 12h00, uma sessão de Bokwa Fitness, modalidades que combinam ritmos musicais fortes, com dança e exercício físico.

Quanto ao Grande Prémio de Albergaria vão ser realizadas nove provas durante a manhã com a participação de atletas femininos e masculinos dos escalões infantis, iniciados, juvenis, benjamins, juniores, seniores e veteranos.

24-03-2015
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

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No âmbito do Desporto Escolar, o Pavilhão Municipal de Albergaria-a-Velha recebeu, ontem à tarde, a Final Distrital de Badminton, que contou com o apoio da Câmara Municipal.

Mais de 80 participantes de 17 escolas dos concelhos de Anadia, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Ovar, Sever do Vouga e Vagos participaram nas provas singulares dos escalões Iniciados e Juvenis (masculinos e femininos).

Mesmo não existindo uma escola Albergariense nesta prova, a organização do evento escolheu o Pavilhão de Albergaria-a-Velha pela sua centralidade e pelas excelentes condições para a prática desta modalidade. Na verdade, não existe na região outro pavilhão com 12 campos já marcados, uma característica que é uma mais-valia para a realização de provas desta dimensão.

20-03-2015
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

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O “luvas pretas” deixou de jogar há 30 anos. Foi treinador, hoje tem uma escola de futebol. O médio criativo que fez história, dentro e fora do campo, concorda com a proibição dos fundos de investimento e diz que é preciso respeito para que o futebol continue a ser um desporto.

Há precisamente 30 anos, João Alves, o médio ofensivo que jogava de luvas pretas, vestia pela última vez a camisola axadrezada do Boavista dentro de campo. Despedia-se da brilhante carreira de jogador, saía das quatro linhas, para, pouco depois, se iniciar nas lides de treinador ao comando da equipa do Bessa. A sua invulgar capacidade técnica deu que falar no mundo do futebol. Cá dentro e lá fora. Sobressaiu no Benfica. Ao serviço do Salamanca marcou o primeiro golo da história do clube frente ao Real Madrid, no Santiago Bernabéu, somando, pelo meio, 36 jogos pela selecção nacional. Afastado dos relvados, depois de ter treinado até há bem pouco tempo o Servette, na Suíça, criou uma escola de futebol baptizada de Luvas Pretas, em Santiago do Cacém. Hoje, está disponível para voltar ao activo como treinador.

“É o que adoro fazer. Mas tem tudo a ver com projectos que são cada vez mais complicados. Tenho de gostar do que me apresentarem”, revela ao PÚBLICO num sábado à tarde na Casa do Benfica de São João de Madeira, que o convidou para momentos de confraternização. João Alves não declinou o convite para um regresso às origens. Foi ali que tudo começou. Foi pela mão do avô Carlos Alves, futebolista na década de 20 do século passado, um dos mais brilhantes defesas direitos da época, que entrou na Associação Desportiva Sanjoanense, na década de 1960. O avô era então o treinador da equipa principal. Foi ali, em São João da Madeira, que o pequeno João começou a chamar a atenção de quem percebia de bola. E dali saiu para a equipa de juvenis do Benfica.

Também foi o avô o responsável pelo nome luvas pretas, a alcunha que nunca o deixou. Reza a história que Carlos Alves, então jogador do Carcavelinhos, recebeu umas luvas pretas de uma miúda antes de um jogo contra o Benfica, com a garantia de que lhe dariam sorte. Guardou-as. Ao intervalo, com a sua equipa a perder, lembrou-se do inusitado presente e entrou na segunda parte com as luvas nas mãos. O Carcavelinhos deu a volta ao resultado e venceu o Benfica. A partir daí, não mais jogou sem as luvas pretas. João Alves seguiu-lhe os passos dois dias depois da sua morte. Em Novembro de 1970, como júnior do Benfica, entrou em campo com as luvas pretas em homenagem ao avô. E nunca mais as largou.

Na casa do Benfica, sucedem-se os cumprimentos, os apertos de mão, os abraços. Sente-se em casa. E é ali que fala no presente e no futuro de um mundo que bem conhece. Concorda com a proibição dos fundos de investimento no futebol, que entrará em vigor já na próxima época. Assina por baixo e não acredita que os principais clubes portugueses percam competitividade no terreno europeu. “É um falso problema. Quem pode perder competitividade, ou quem pode deixar de ganhar dinheiro, são as pessoas que realmente utilizavam os fundos para, muitas vezes, desvirtuar a verdade do futebol”, refere. Pede, por isso, respeito. “O futebol tem de ser moralizado, senão qualquer dia não há limites, qualquer dia joga-se com flippers no computador, os resultados passam a ser facilmente preparados”, comenta.

Os clubes têm, portanto, de arranjar outras soluções que, na sua opinião, passam essencialmente pela formação de jogadores. O trajecto não tem grandes segredos: sociedades desportivas, vários treinadores, campos com boas condições. Aspectos que fazem parte do processo de criação de um jogador de futebol. “Se me dissessem que todo o dinheiro é canalizado para o futebol, tudo bem, mas não é verdade. Será uma parte e, se calhar, a mais pequena. Para onde vai o resto do dinheiro? De certeza para os investidores”. Há uma frase que, por mais simples que pareça, resume o que lhe vai na alma: “O futebol deve continuar a ser um desporto”.

João Alves é do tempo em que havia uma maior décalage entre o “seu” Benfica e os restantes adversários. O Sporting ainda chegou a ter boas equipas, o FC Porto a conquistar um ou outro campeonato e, de vez em quando, lá apareciam os outsiders para baralhar as contas, como o Boavista e o Belenenses. Mas, mesmo assim, os “encarnados” dominavam. Agora não é bem assim. “O Benfica começa a reocupar a sua posição, o Sporting muito esporadicamente aparece, é um clube que tem tido algumas dificuldades de ordem financeira, mas está a fazer algo que me agrada bastante, porque aposta na formação, na malta jovem, no jogador português”. “É algo que me deixa bastante contente”, adianta.

O Servette, na Suíça, foi o último clube que treinou. Deixou Portugal para entrar num campeonato a que ainda falta alguma visibilidade. O que é que o futebol português pode aprender com o que se faz na Suíça? Há coisas que se aprendem de um lado e do outro e aqui não é excepção. O campeonato suíço é disputado por 10 clubes, a quatro voltas, o que significa mais jogos na Suíça do que em Portugal. Um modelo a importar, na sua opinião. “Em termos económicos poderia ser uma boa perspectiva, uma boa ideia”. Para a Suíça levava o talento dos jogadores portugueses. “Temos qualidades muito específicas, muito boas. O jogador português joga cada vez mais pela Europa e isso tem muito a ver com as características próprias que temos”.

De qualquer forma, a Suíça tem crescido dentro de campo. “Evoluiu muito no futebol de formação, foi campeã do mundo ainda há poucos anos em sub-17, foi vice-campeã da Europa em sub-20. A Suíça tem vindo, através da emigração de várias nacionalidades, a juntar diferentes temperamentos. Tem grandes jogadores, grandes equipas”. E, neste particular, atira para cima da mesa o nome do Basileia, que “está a dar outra imagem ao futebol suíço”.

“Os jogadores de rua desapareceram”
De volta ao passado. A técnica invulgar, a visão de jogo, a cultura táctica, a determinação, os passes com classe abriram-lhe portas num percurso de várias conquistas. João Alves era um médio que jogava e que fazia a equipa jogar. Jogou no Benfica, no Varzim, vestiu a camisola do Boavista, onde chegou pela visão e insistência de José Maria Pedroto, esteve no Salamanca, onde foi considerado o melhor jogador estrangeiro, passou pelo Paris Saint-Germain numa das contratações mais caras da altura.

Mais tarde, treinou o Boavista e fez história ao colocar pela primeira vez os “axadrezados” na segunda eliminatória de uma competição europeia de clubes. Orientou o Leixões e puxou-o para o primeiro escalão, esteve no Estrela da Amadora, que aguentou na I divisão e com o qual ganhou uma Taça de Portugal em 1989/90, e fez o Vitória subir alguns lugares na tabela. Passou ainda pelo Belenenses, voltou a Salamanca como treinador, treinou a Académica de Coimbra, que subiu de Divisão. Treinou, entre outros, Paulo Bento e Pedro Barbosa.

Nascido em Albergaria-a-Velha no final de 1952, João Alves aprendeu a jogar na rua. A técnica natural, o talento, as qualidades intrínsecas dos miúdos que nasciam predestinados para jogar futebol eram, nessa altura, aspectos que saltavam à vista. Enchia-se o olho com os putos que pareciam ter nascido com uma bola nos pés. Traçavam-se futuros, auguravam-se carreiras. Os anos passaram e as coisas mudaram.

“Os jogadores de rua desapareceram”, diz. A metodologia de treino evoluiu, a base científica acentuou-se. “Os jogadores, hoje em dia, são muito mais trabalhados sob o ponto de vista atlético, são mais atletas, cada vez mais preparados. São rotinados, habituados a criar hábitos sob aspectos técnicos, táctica e fisicamente são mais trabalhados”. É aqui que se fala de evolução. E é aqui que encontra dois exemplos. Lionel Messi, o jogador de rua, do futebol à antiga. Cristiano Ronaldo, o atleta trabalhado, o símbolo do futebol moderno. Dois jogadores, dois tipos de futebol. “O jogador musculado, trabalhado. O jogador de ginásio, de perseverança, que merece o mesmo aplauso, a mesma admiração. E o jogador génio, mago da bola, que faz coisas que mais ninguém faz”.

Messi, nascido jogador. Ronaldo, o atleta que “conseguiu chegar ao mais alto patamar devido ao trabalho”. Aplaude as bolas de ouro ganhas por um e por outro. No entanto, considera abusivo referir que Ronaldo é o melhor atleta português de todos os tempos – “Não nos podemos esquecer do Joaquim Agostinho, do Carlos Lopes, do Eusébio”, sublinha. E acha exagerado colocar Ronaldo e Eusébio lado a lado. “Há coisas que são incomparáveis, as épocas são diferentes, os métodos de trabalho são diferentes, os tempos são outros. É abusivo e uma falta de respeito querermos comparar Eusébio com Ronaldo. Uma falta de respeito para os dois. Estão os dois ao mesmo nível e esse é o maior elogio que se pode fazer a Eusébio e é o maior elogio que se pode fazer a Ronaldo”.

O futebol evoluiu e essa evolução poderá ter retirado algum brilho ao desporto-rei. O jogo pode ter perdido o carácter romântico de outros tempos. Muitos clubes já não pertencem a pessoas, o futebol tornou-se uma grande máquina empresarial e o amor pelo jogo perdeu algum fulgor. E isso custa para quem dedicou e dedica uma vida ao futebol. “Houve várias alterações e é evidente que se começou a perder esse amor, essa clubite, essa ligação entre o adepto e o clube, entre o adepto e o jogador”, repara. Sabe que é preciso tirar o máximo rendimento de quem entra em campo, os jogadores acabam por não estar muito tempo no mesmo clube, mas, mesmo assim, custa-lhe essa perda de ligação. “O jogador é muito mais profissional, sabe-se que vai tentar chegar a um patamar para se tornar rico, para se tornar conhecido, para se tornar uma vedeta. E o romantismo perdeu-se”. “Restam-nos alguns jogadores que ainda nos fazem falar do romantismo com alguma saudade e emoção”. Exemplos? “Messi é o maior exemplo disso”, responde.

Um exemplo, que João Alves seguiu ao longo da carreira, foi o de José Maria Pedroto, com o qual manteve uma relação muito próxima no Boavista e na selecção. Há coisas que não se esquecem. Uma maneira própria de estar no futebol, a forma como se destacou como treinador, a criação de uma escola. “Foi fundamental, naquela altura, para criar o respeito. Há uma escola pedrotiana que tinha a ver com a maneira como ele gostava que o futebol fosse jogado, com as características dos jogadores que ele gostava, do jogador português – características muito próprias, muito específicas -, e mais do que ninguém fez realçar isso”.

Um carisma difícil de encontrar hoje em dia. Na sua opinião, só há um treinador na actualidade capaz de servir de termo de comparação. “Treinadores que hoje em dia simbolizem aquela raça, aquele temperamento, de muitas vezes, passar o risco, será o Mourinho”.

João Alves deixou rasto no futebol nacional e internacional. E se lhe pedirem para encontrar algum médio com características parecidas com as suas, que ainda esteja dentro de campo, tem dificuldades em responder ao desafio. Olha para o passado recente e fala em Rui Costa, em Pablo Aimar, em Deco. “Actualmente, gostaria de encontrar um nome, mas não me é fácil”, confessa.

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encontro escolas -SITEPerto de 200 jovens nadadores, com idades compreendidas entre os oito e os dezasseis anos, marcaram presença no VII Encontro de Escolas de Natação de Albergaria-a-Velha, que decorreu a 14 de março.

Nesta tarde desportiva, que atraiu muito público à Piscina Municipal da Branca, foi possível acompanhar as provas de nadadores oriundos de seis municípios – Albergaria-a-Velha, Anadia, Estarreja, Oliveira de Azeméis (CERCIAZ), Oliveira do Bairro e Vagos.

Depois do tradicional desfile e entrega de lembranças da Câmara Municipal, representada pela Vereadora Catarina Mendes, o Encontro arrancou com os 25 m livres – membros inferiores. Durante a tarde, os mais novos puderam mostrar o seu melhor desempenho nos estilos livres, costas, bruços, mariposa, tendo o evento encerrado com a estafeta 4 x 50 m livres. No final, professores, pais e público em geral aplaudiram os jovens nadadores que, mais uma vez, demonstraram grande espírito de desportivismo.

Para a Câmara Municipal, o Encontro de Escolas de Natação de Albergaria-a-Velha é uma oportunidade para mostrar à comunidade o que se tem desenvolvido nas aulas, possibilitando ainda o convívio entre alunos de diferentes escolas, a troca de experiências e o estreitar de laços entre municípios vizinhos.

16-03-2015
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

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